Porque conheço bem a nossa Associação e sei que enfrentamos uma crise de reputação fatal para a nossa ação e, principalmente, para a nossa capacidade de desenvolvimento.

Porque sei que o caminho que o Montepio tem de percorrer nos próximos anos tem de assentar em princípios de boa governação, transparência, equidade, coesão territorial, inclusão, inovação, sustentabilidade (económica, social e ambiental) e conhecimento, dependendo de todos e cada um de nós.

Porque proponho listas aos órgãos associativos com as pessoas mais capazes de mobilizar as mulheres e homens de boa vontade para um projeto que há-de conduzir a novo ciclo de vida da nossa mutualidade, recuperando a confiança de todos, a dinâmica de desenvolvimento e o orgulho em “Ser Montepio”.

Porque quero virar a página a este período de descrença e insegurança, o que só conseguiremos com uma equipa de gestão competente, completamente imune às polémicas do passado recente e prioritariamente focada na recuperação da nossa imagem e sobretudo da confiança associativa.

Comigo, candidatam-se à liderança dos orgãos associativos: 

Conselho Geral
João Costa Pinto, economista, ex-Vice Governador do Banco de Portugal

 

Mesa da Assembleia Geral
João Proença, sindicalista, ex-Secretário Geral da UGT

 

Conselho Fiscal
João Carvalho das Neves, ROC, professor universitário e gestor

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